Nesta semana, o Tomás ficou sozinho pela primeira vez sozinho na creche. Na quinta e na sexta. Um grande progresso, que signifivou ter uma hora e meia só pra mim por dois dias, dedicada a pequenos luxos como tomar um café, ler um jornal, fumar um cigarro.. Não tem preço. Quem sabe na próxima semana ele já fique a tarde toda.
A adaptação tem sido um pouco lenta; talvez pela língua, talvez porque a creche aqui seja um pouco diferente da que ele estava acostumado. Em BH, ficava num berçário com outras quatro crianças e duas cuidadoras. Aqui, são 12 crianças numa salinha de aula com duas professoras. E o Tomás quer atenção o tempo todo.
Não sei se é falta de informação nossa ou se as mães argentinas recorrem menos à creche que as brasileiras. Mas procurei bastante e só encontrei uma para crianças com menos de de dois anos. E nem é tão perto de casa assim. Chama-se El Principito e tem uma proposta construtivista, o que muito me agrada, com diversas atividades lúdicas.
E esta é a foto do Tomás, de uniforme, no primeiro dia de aula.
Em Buenos Aires
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sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 11 de março de 2011
Cortando o cordão II
O Tomás agora vive novas aventuras na creche.
A adaptação dele foi fácil e tranquila, como eu já esperava. No primeiro dia, ficou uma hora, no segundo, três e no terceiro, o horário todo.
O único problema foi a virose. Ficou doente de cara. E, pela primeira vez, tivemos que levá-lo ao hospital. Conheci mais uma face das angústias da maternidade.
Recuperado (ele é forte), voltou às atividades e teve até aula de música. Uma semana depois, adoeceu de novo e tprecisou que tomar antibiótico.
Agora está bem e saltitante novamente. Pelo menos até a próxima virose... O médico disse que demora uns seis meses até ele criar resistência.
Apesar de tudo, acho o saldo positivo. Ir pra creche é bom pra ele, que brinca e se diverte com outras crianças. E bom pra mim, que trabalho mais tranquila sabendo que ele está num ambiente seguro.
A adaptação dele foi fácil e tranquila, como eu já esperava. No primeiro dia, ficou uma hora, no segundo, três e no terceiro, o horário todo.
O único problema foi a virose. Ficou doente de cara. E, pela primeira vez, tivemos que levá-lo ao hospital. Conheci mais uma face das angústias da maternidade.
Recuperado (ele é forte), voltou às atividades e teve até aula de música. Uma semana depois, adoeceu de novo e tprecisou que tomar antibiótico.
Agora está bem e saltitante novamente. Pelo menos até a próxima virose... O médico disse que demora uns seis meses até ele criar resistência.
Apesar de tudo, acho o saldo positivo. Ir pra creche é bom pra ele, que brinca e se diverte com outras crianças. E bom pra mim, que trabalho mais tranquila sabendo que ele está num ambiente seguro.
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